terça-feira, 11 de agosto de 2009

Segundo Semestre/2009




Estamos prestes a começar outro semestre, os ânimos alterados e o coração batendo mais forte. Desejo a todos um bom retorno.

sábado, 6 de junho de 2009

RESPEITO AS DIFERENÇAS



Quando falamos em respeitar as diferenças logo vem a imagem do negro sendo discriminado, mas o homem não discrimina somente o negro, o "homem" consegue discriminar e dividir seu próprio grupo. Fazendo uma reflexão a cerca do assunto ficou muito claro que nós discriminamos e muitas vezes não temos consciência desta discriminação, pois é algo que está inserido em muito preconceito. É importante que levemos para sala de aula este assunto para ser discutido, pois é a única maneira de acabar com o medo das pessoas, podemos livrar muitas cabeças deste desrespeito as diferenças.

Inclusão



Usamos esta expressão para falar a respeito do aluno que tem necessidades educacionais especiais, mas descobri que podemos ser também professores de inclusão, isso quando nos damos conta de que podemos fazer a diferença para algum aluno que tem esta necessidade. Esta interdisciplina me ajudou a "ver" com outro olhar o aluno de inclusão, ele não é o problema na sala de aula se o professor estiver preparado para trabalhar com este aluno. Agora me sinto mais tranquila por acreditar que é possível atender as necessidades desse aluno. Participar do fórum de discussão foi muito interessante, foi possível trocar experiências e aprender com as experiências dos colegas que tem uma bagagem maior neste assunto. É necessário que o professor construa com seus alunos novos conhecimentos, e o aluno de inclusão tem muito a ensinar.

domingo, 24 de maio de 2009

Filme: " O clube do imperador"

É um filme muito interessante, a história de luta de um professor que confia no potencial dos seus alunos e tenta transmitir muita sabedoria de vida para eles, a partir de muitos conflitos de sala de aula nos fazer pensar nas soluções que encontramos, e principalmente mostra que não devemos desistir do que acreditamos. Lutar por nossos valores e por nossos alunos, podemos errar tentando acertar. E sempre procurando o melhor que as pessoas tem a nos oferecer. A lição que fica para mim enquanto professora é sempre acreditar que é possível chegar ao coração do aluno.

Projeto de Aprendizagem II

Após muita troca com os colegas, decidimos nossa pergunta para o PA do grupo 13.
Fiquei muito contente com a escolha, pois tenho uma paixão especial pela música.
Agora começa o trabalho no sentido de construir um conhecimento sobre este tema, através de pesquisas, entrevistas e trocas entre os colegas do grupo.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Método Clínico

Após ler os textos sobre a teoria do desenvolvimento fiquei curiosa sobre o estádio de fato em que a minha filha está, então resolvi aplicar o método clínico com ela, ao fazer a testagem percebi que ela teve a mesma reação dos meus alunos nas mesmas argumentações, achei que ela levaria na brincadeira, mas não, levou a sério e fez todas as etapas, notei que chamou muito a atenção dela a aparência dos copos, ela se deteve mais no formato, na cor do copo na cor do suco. Após a testagem ela queria fazer a mesma coisa comigo, aplicar o método, até mesmo usar os mesmos argumentos e contra-argumentos. Foi muito interessante as duas experiências, tanto em casa quanto no escola, parece que passamos a entender melhor o aluno, e compreender alguns "erros", ou falhas que eles cometem, isso por que estão desenvolvendo um processo de aprendizagem.

sábado, 2 de maio de 2009

Construção do conhecimento - Estádios do Desenvolvimento



" As estruturas construídas numa idade dada se tornam parte integrante das estruturas da idade seguinte"...

Durante a leitura do texto esta afirmação fez toda a diferença no entendimento da teoria do desenvolvimento, é importante que as crianças que estão em constante evolução do pensamento cognitivo não percam nenhuma etapa dele, pois cada estrutura construída servira de base para outra, devemos sempre respeitar o nível de conhecimento que a criança está desenvolvendo. Aprendi que teoricamente elas podem estar num mesmo estádio, mas em níveis diferentes. Após a leitura do texto comecei a observar o desenvolvimento dos meus alunos em sala de aula e resolvi então testar com o método clínico algumas crianças que eu acreditava não estarem acompanhando a aula. Minhas espectativas se confirmaram, realmente elas não estavam acompanhando porque não estavam no mesmo nível que as outras, embora estivessem no mesmo estádio, umas eram estimuladas mais que as outras e desenvolveram mais rápido aquele estádio. Tinha alunos que frequentavam a escolinha desde bebês e outros que estavam em casa com a avó sem estímulo algum. Nunca haviam pego um lápis, caderno, livro de história, ou até mesmo escutado alguém contar história. Acredito que este foi um diferencial muito importante durante o desenvolvimento. Pois eles não tinham bases construídas para sustentar as que nós estavamos começando agora.